Luís Magalhães: «Corporate Governance em Portugal está a falhar»

Luís Magalhães, gestor com carreira em auditoria e Managing Partner na Arthur Andersen e na Deloitte, foi o orador do último «À mesa com…», iniciativa do FAE realizada a 9 de março no Hotel Palácio do Governador, em Lisboa.

À mesa, o gestor desenvolveu um debate com os associados do FAE sobre Corporate Governance em Portugal, partilhando os seus conhecimentos profissionais.

Para Luís Magalhães, o Corporate Governance é «relevante para a proteção dos investidores e proteção de todos os stakeholders e existe em todo o mundo”, mas, em Portugal, “há aspetos que parece que estão a falhar».

No decorrer do debate o profissional destacou questões que se prendem com «os direitos de voto dos acionistas, os temas dos conflitos de interesses, a remuneração dos executivos, dos não executivos, a duração dos seus mandatos e a sua avaliação, o sistema dualista – um CEO e um Chairman diferentes – e, ainda, a falta de experiência prática e conhecimento do sector de muitos administradores independentes, muitos deles professores universitários».

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